Uma pesquisa feita pela Faculdade de Medicina da USP na cidade de São Paulo indica que os controladores de tráfego, mais conhecidos como “marronzinhos” podem ter mais problemas de infertilidade. Esses profissionais possuem um maior nível de espermatozoides anormais devido à exposição intensa à poluição veicular. As informações são da Agência USP de Notícias.
Segundo o estudo, feito pela biomédica Juliana Andrietta, a poluição veicular foi responsável pelo aumento da taxa de infertilidade desses trabalhadores. O estudo envolveu 61 controladores de tráfego férteis que atuam na CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) de São Paulo, e outros 198 homens comprovadamente férteis, que integram o grupo de pré-vasectomia do ambulatório de Urologia do Hospital das Clínicas.
Os dados para a pesquisa foram obtidos com marronzinhos que atuam na região das avenidas Doutor Arnaldo e Radial Leste. Esses agentes de trânsito trabalham nas ruas, expostos aos gases poluentes, por cerca de seis horas e 40 minutos por dia.
Durante a primeira consulta, foram recolhidos sangue e sémen de todos os participantes da pesquisa. Os resultados mostraram que a exposição dos trabalhadores à poluição causada pelos carros interferia na qualidade de seu sémen. Juliana diz que os espermatozoides desses homens tinham deformações e eram mais lentos.
De acordo com ela, no grupo dos marronzinhos apenas 27% dos espermatozoides estavam em condições de alcançar o óvulo e fecundá-lo. Enquanto isso, no outro grupo esse índice era de 40%.
Constatou-se que a exposição à poluição veicular afeta, sim, a qualidade seminal do homem, mas ainda é cedo para determinarmos qual é a real causa das anomalias dos espermatozoides.
O segundo passo da pesquisa seria realizar outros testes para determinar a causa da redução da fertilidade. Entre as prováveis causas estão os metais pesados presentes na queima de combustíveis dos carros e a alta temperatura a que os controladores de tráfego são submetidos nas vias da capital paulistana.
Olá! O meu nome é Cláudia Fernandes. Sou psicóloga clínica. Neste momento encontro-me num projecto enorme - o Doutoramento - e o meu tema relaciona-se com a infertilidade e as questões psicológicas associadas.
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Guimarães Digital
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O meu outro grande amor... ao qual me dedico todos os dias com a sensação que nunca é demais...
O meu outro grande amor... ao qual me dedico todos os dias com a sensação que nunca é demais...
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
Estudos recentes sugerem que a prática do Surf pode influenciar positivamente o estado de espírito dos indivíduos.
Com sol ou chuva, ondas grandes ou pequenas, estará sempre um surfista na água a aproveitar aquilo que a Mãe Natureza tem para nos oferecer.
Estudos recentes sugerem que os momentos de euforia que retiramos de surfar uma onda podem ser suficientes para tratar a ansiedade e a depressão.
O British National Health Service (Serviço de Saúde Público Britânico) pesquisou acerca dos efeitos positives do Surf e Ryan Pittsinger, um doutorando da Universidade de Iowa também estudou as eventuais ligações entre o Surf e a saúde mental.
Em Agosto ultimo, Pittsinger apresentou um estudo ao American Psychological Association que documentava o aumento de pensamentos positivos e um decréscimo de pensamentos negativos após os sujeitos do estudo fazerem Surf.
Está comprovado que qualquer tipo de actividade física aumenta as emoções positivas causadas pela libertação de endorfinas mas Pittsinger diz-nos que, após inquirir mais de 100 surfistas, a nossa modalidade aumenta os sentimentos de calma e tranquilidade mais do que em qualquer outra actividade.
A Surftotal receita a todos os seus leitores: no mínimo, uma dose de Surf diária! Relembramos também a célebre frase: “A wave a day keeps the doctor away”.
Link: Hermosa Beach Patch
Estudos recentes sugerem que os momentos de euforia que retiramos de surfar uma onda podem ser suficientes para tratar a ansiedade e a depressão.
O British National Health Service (Serviço de Saúde Público Britânico) pesquisou acerca dos efeitos positives do Surf e Ryan Pittsinger, um doutorando da Universidade de Iowa também estudou as eventuais ligações entre o Surf e a saúde mental.
Em Agosto ultimo, Pittsinger apresentou um estudo ao American Psychological Association que documentava o aumento de pensamentos positivos e um decréscimo de pensamentos negativos após os sujeitos do estudo fazerem Surf.
Está comprovado que qualquer tipo de actividade física aumenta as emoções positivas causadas pela libertação de endorfinas mas Pittsinger diz-nos que, após inquirir mais de 100 surfistas, a nossa modalidade aumenta os sentimentos de calma e tranquilidade mais do que em qualquer outra actividade.
A Surftotal receita a todos os seus leitores: no mínimo, uma dose de Surf diária! Relembramos também a célebre frase: “A wave a day keeps the doctor away”.
Link: Hermosa Beach Patch
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
terça-feira, 23 de novembro de 2010
Praça da Alegria
Falar sobre o assunto é necessário, e ter a companhia da Marta, uma heroína, tornou a eperiência ainda mais agradável!!!
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
domingo, 21 de novembro de 2010
“Os Verdes” questionam ministério sobre interrupções nos tratamentos de infertilidade
Publico 12/10/2010
O Partido Ecologista “Os Verdes” vai questionar o Governo sobre a interrupção dos tratamentos de fertilidade na Maternidade Alfredo da Costa, em Lisboa. Na pergunta, que já foi entregue na Assembleia da República pela deputada Heloísa Apolónia, o Ministério da Saúde é inquirido sobre a medida e as consequências da mesma.
Em comunicado, “Os Verdes” lamentam que um despacho da Administração Central do Sistema de Saúde possa vir a determinar que “muitas mulheres e casais, que esperaram anos e anos para se poderem submeter a tratamentos” sejam “agora confrontados com o impedimento de realização de um segundo ciclo de tratamentos, não por razões médicas, mas por ordem de poupança por parte do Ministério da Saúde”.
“Os Verdes” pedem ao presidente da Assembleia da República, Jaime Gama, que remeta ao Ministério da Saúde questões sobre os gastos e poupanças do Estado com os tratamentos e a sua suspensão, bem como sobre “as consequências para o insucesso dos tratamentos de uma decisão desta natureza”. “Tem o ministério consciência do que esta decisão pode representar para um casal que procura há anos uma solução para conseguir ter um filho?”, exige ainda saber o partido.
Mulheres que já estavam a tomar injecções hormonais foram informadas nos últimos dias na Maternidade Alfredo da Costa de que o tratamento contra a infertilidade que estavam a realizar não iria avançar e que só no próximo ano é que o poderiam concretizar.
A decisão foi tomada com base numa circular da Administração Central de Sistemas de Saúde (ACSS), emitida a 12 de Agosto, segundo a qual, em 2010, o Serviço Nacional de Saúde deve apenas financiar “um ciclo de tratamento de segunda linha, fertilização ‘in vitro’ ou injecção intra-citoplasmática de espermatozóide para cada caso/casal
O Partido Ecologista “Os Verdes” vai questionar o Governo sobre a interrupção dos tratamentos de fertilidade na Maternidade Alfredo da Costa, em Lisboa. Na pergunta, que já foi entregue na Assembleia da República pela deputada Heloísa Apolónia, o Ministério da Saúde é inquirido sobre a medida e as consequências da mesma.
Em comunicado, “Os Verdes” lamentam que um despacho da Administração Central do Sistema de Saúde possa vir a determinar que “muitas mulheres e casais, que esperaram anos e anos para se poderem submeter a tratamentos” sejam “agora confrontados com o impedimento de realização de um segundo ciclo de tratamentos, não por razões médicas, mas por ordem de poupança por parte do Ministério da Saúde”.
“Os Verdes” pedem ao presidente da Assembleia da República, Jaime Gama, que remeta ao Ministério da Saúde questões sobre os gastos e poupanças do Estado com os tratamentos e a sua suspensão, bem como sobre “as consequências para o insucesso dos tratamentos de uma decisão desta natureza”. “Tem o ministério consciência do que esta decisão pode representar para um casal que procura há anos uma solução para conseguir ter um filho?”, exige ainda saber o partido.
Mulheres que já estavam a tomar injecções hormonais foram informadas nos últimos dias na Maternidade Alfredo da Costa de que o tratamento contra a infertilidade que estavam a realizar não iria avançar e que só no próximo ano é que o poderiam concretizar.
A decisão foi tomada com base numa circular da Administração Central de Sistemas de Saúde (ACSS), emitida a 12 de Agosto, segundo a qual, em 2010, o Serviço Nacional de Saúde deve apenas financiar “um ciclo de tratamento de segunda linha, fertilização ‘in vitro’ ou injecção intra-citoplasmática de espermatozóide para cada caso/casal
terça-feira, 16 de novembro de 2010
MAC quer assegurar tratamentos de infertilidade a mulheres que completem 40 anos ainda em 2010
A Maternidade Alfredo da Costa (MAC), em Lisboa, quer realizar o segundo ciclo de tratamentos contra a infertilidade às mulheres que atinjam este ano os 40 anos. A intenção manifestada pela MAC surge depois de a pelo menos seis mulheres ter sido negada a continuação do tratamento na maternidade na sequência de uma circular da Administração Central de Sistemas de Saúde publicada em Agosto.
No dia 11 do Presente mês, pelo menos seis mulheres que já estavam a tomar injecções hormonais foram informadas de que o tratamento contra a infertilidade não iria avançar e que só no próximo ano é que o poderiam concretizar.
Susana Pereira, de 32 anos, esteve sexta-feira na MAC para realizar uma ecografia de monitorização do tratamento, depois de ter tomado 12 injecções hormonais. Quando se preparava para fazer o exame foi informada de que estavam a cancelar os tratamentos. “Disseram-me que não podia fazer o tratamento, porque era o segundo este ano e havia uma norma a determinar que o segundo ciclo não ia ser pago”, explicou.
Susana Pereira referia-se a uma circular da Administração Central de Sistemas de Saúde (ACSS), emitida a 12 de Agosto, segundo a qual, em 2010, o Serviço Nacional de Saúde deve apenas financiar “um ciclo de tratamento de segunda linha, fertilização ‘in vitro’ ou injecção intra-citoplasmática de espermatozóide para cada caso/casal”.
Graça Pinto, responsável da Unidade de Medicina de Reprodução da MAC, confirmou à agência Lusa que a decisão de não realizar mais segundos e terceiros ciclos de tratamento de infertilidade até ao final do ano resultou de facto desta circular.
No entanto, apesar da directiva, Graça Pinto afirma que a MAC vai tentar que as mulheres que completem os 40 anos este ano ainda possam fazer um segundo ciclo, já que após completarem esta idade ficam excluídas do tratamento.
Na origem desta situação está o facto de a MAC já ter “esgotado” o seu orçamento para esta área e por causa da circular determinar que o SNS só paga um ciclo este ano. “Se a tutela não paga, nós não podemos assegurar mais do que os primeiros ciclos este ano”, afirmou a responsável da maternidade.
Em declarações à rádio Renascença, Jorge Branco, presidente do Conselho de Administração da Maternidade Alfredo da Costa, nega que estejam previstas quaisquer interrupções nos tratamentos de fertilidade. “As indicações que dei é que não há nenhum ciclo que seja interrompido. Mesmo que seja um semi-ciclo, fazem-no por completo”, assegurou.
Jorge Branco assegurou ainda que “todos os casais que estão na Maternidade Alfredo da Costa farão os seus ciclos, independentemente do número ciclos este ano”. Até ao final deste ano, a MAC estima realizar um total de 480 ciclos de tratamento.
A Associação Portuguesa de Fertilidade acusou ontem a MAC de ter interrompido “brutalmente” os tratamentos por determinação da tutela, uma situação que o organismo disse estar a indignar dezenas de casais que após esperarem por um tratamento, em certos casos durante anos, e depois do primeiro não dar certo, ficarem impedidos de concretizar um segundo.
Publico - 12/10/2010
No dia 11 do Presente mês, pelo menos seis mulheres que já estavam a tomar injecções hormonais foram informadas de que o tratamento contra a infertilidade não iria avançar e que só no próximo ano é que o poderiam concretizar.
Susana Pereira, de 32 anos, esteve sexta-feira na MAC para realizar uma ecografia de monitorização do tratamento, depois de ter tomado 12 injecções hormonais. Quando se preparava para fazer o exame foi informada de que estavam a cancelar os tratamentos. “Disseram-me que não podia fazer o tratamento, porque era o segundo este ano e havia uma norma a determinar que o segundo ciclo não ia ser pago”, explicou.
Susana Pereira referia-se a uma circular da Administração Central de Sistemas de Saúde (ACSS), emitida a 12 de Agosto, segundo a qual, em 2010, o Serviço Nacional de Saúde deve apenas financiar “um ciclo de tratamento de segunda linha, fertilização ‘in vitro’ ou injecção intra-citoplasmática de espermatozóide para cada caso/casal”.
Graça Pinto, responsável da Unidade de Medicina de Reprodução da MAC, confirmou à agência Lusa que a decisão de não realizar mais segundos e terceiros ciclos de tratamento de infertilidade até ao final do ano resultou de facto desta circular.
No entanto, apesar da directiva, Graça Pinto afirma que a MAC vai tentar que as mulheres que completem os 40 anos este ano ainda possam fazer um segundo ciclo, já que após completarem esta idade ficam excluídas do tratamento.
Na origem desta situação está o facto de a MAC já ter “esgotado” o seu orçamento para esta área e por causa da circular determinar que o SNS só paga um ciclo este ano. “Se a tutela não paga, nós não podemos assegurar mais do que os primeiros ciclos este ano”, afirmou a responsável da maternidade.
Em declarações à rádio Renascença, Jorge Branco, presidente do Conselho de Administração da Maternidade Alfredo da Costa, nega que estejam previstas quaisquer interrupções nos tratamentos de fertilidade. “As indicações que dei é que não há nenhum ciclo que seja interrompido. Mesmo que seja um semi-ciclo, fazem-no por completo”, assegurou.
Jorge Branco assegurou ainda que “todos os casais que estão na Maternidade Alfredo da Costa farão os seus ciclos, independentemente do número ciclos este ano”. Até ao final deste ano, a MAC estima realizar um total de 480 ciclos de tratamento.
A Associação Portuguesa de Fertilidade acusou ontem a MAC de ter interrompido “brutalmente” os tratamentos por determinação da tutela, uma situação que o organismo disse estar a indignar dezenas de casais que após esperarem por um tratamento, em certos casos durante anos, e depois do primeiro não dar certo, ficarem impedidos de concretizar um segundo.
Publico - 12/10/2010
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
A mudança...
Olá!!!
Pois é... já há algum tempo que não actualizava este sítio onde me refugio para falar do meu projecto...
Já sofreu algumas alterações...
Quando me reuni com a equipa que trabalho deparei-me com o facto da minha amostra ser demasiado específica e, do ponto de vista médico, "abstracta". Isto, porque a Infertilidade inexplicada pode ter a sua face emocional ou ignorante... Deixem que vos explique... podemos acreditar que a Infertilidade inexplicada se deve a factores emocionais que de uma forma desconhecida alteram componentes físicas e inviabilizam uma gravidez, ou podemos simplesmente pensar (face da ignorância/falta de conhecimento) que ainda não se estudaram todos os exames possíveis para perceber a real causa física desta problemática e passar a considera-la explicada. Até porque há uns "anitos" toda a infertilidade era inexplicada. Foi o avanço da Medicina que permitiu apurar a causa. Mesmo assim, acredito que factor de ordem emocional interferem ao nível de determinadas estruturas físicas, o que promove a produção ou falha de produção de determinadas substancias fundamentais para que o milagre da concepção aconteça...
Assim o meus estudo debruça-se basicamente em 3 grupos... causa feminina, masculina e mista e nos sintomas psicologicos associados. Há sintomatologia mais comum num tipo de causa? é indiscriminado? todas partilham os mesmos sintomas?
Veremos...
Neste momento vou a Espanha defender toda a base teorica e a linha de construção do meu estudo, para obter o Diploma de Estudos Avançados... Entretanto quero trabalhar a amostra que ja fui recolhendo e chegar a conclusões... ou não!!
Boa sorte para mim...
Pois é... já há algum tempo que não actualizava este sítio onde me refugio para falar do meu projecto...
Já sofreu algumas alterações...
Quando me reuni com a equipa que trabalho deparei-me com o facto da minha amostra ser demasiado específica e, do ponto de vista médico, "abstracta". Isto, porque a Infertilidade inexplicada pode ter a sua face emocional ou ignorante... Deixem que vos explique... podemos acreditar que a Infertilidade inexplicada se deve a factores emocionais que de uma forma desconhecida alteram componentes físicas e inviabilizam uma gravidez, ou podemos simplesmente pensar (face da ignorância/falta de conhecimento) que ainda não se estudaram todos os exames possíveis para perceber a real causa física desta problemática e passar a considera-la explicada. Até porque há uns "anitos" toda a infertilidade era inexplicada. Foi o avanço da Medicina que permitiu apurar a causa. Mesmo assim, acredito que factor de ordem emocional interferem ao nível de determinadas estruturas físicas, o que promove a produção ou falha de produção de determinadas substancias fundamentais para que o milagre da concepção aconteça...
Assim o meus estudo debruça-se basicamente em 3 grupos... causa feminina, masculina e mista e nos sintomas psicologicos associados. Há sintomatologia mais comum num tipo de causa? é indiscriminado? todas partilham os mesmos sintomas?
Veremos...
Neste momento vou a Espanha defender toda a base teorica e a linha de construção do meu estudo, para obter o Diploma de Estudos Avançados... Entretanto quero trabalhar a amostra que ja fui recolhendo e chegar a conclusões... ou não!!
Boa sorte para mim...
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