Cientistas da University of California, Berkeley, nos EUA, descobriram o que, segundo eles, era a peça que faltava para saber as razões pelas quais o stress conduz à disfunção sexual e à infertilidade.
O estudo, publicado na edição online da revista “Proceedings of the National Academy of Sciences” (PNAS), refere que o stress aumenta os níveis de hormonas denominadas “glucocorticóides”, como o cortisol, que inibem a libertação da hormona sexual gonadotrofina, originando um efeito negativo no número de espermatozóides, na ovulação e na actividade sexual.
A investigação, liderada por Elizabeth Kirby, verificou, em testes realizados em ratos, que o stress aumenta os níveis da hormona inibidora da gonadotrofina (GnIH) no cérebro.
Este facto já tinha sido constatado há nove anos em testes realizados com pássaros. Contudo, o que o estudo trouxe de novo foi a descoberta de que esta hormona (presente em muitos mamíferos, incluindo no homem) tem uma acção idêntica nos mamíferos.
Segundo o co-autor do trabalho, George Bentley, citado pela EureKalert, este estudo revela que a GnIH possui um importante papel na inibição da reprodução dos mamíferos, facto que não tinha sido verificado há nove anos atrás.
O cientista acrescenta que, como consequência, o stress crónico pode levar a uma baixa da actividade sexual, bem como a uma diminuição da fertilidade. Mesmo o stress que ocorre durante os tratamentos de infertilidade pode bloquear a sua eficácia, tal como o prova muitos casos em que os casais conseguem conceber após o fracasso da reprodução medicamente assistida.
Outra aplicação possível desta descoberta é na reprodução de animais em cativeiro, uma vez que eles são também muito afectados pelo stress.
ALERT Life Sciences Computing, S.A.
Olá! O meu nome é Cláudia Fernandes. Sou psicóloga clínica. Neste momento encontro-me num projecto enorme - o Doutoramento - e o meu tema relaciona-se com a infertilidade e as questões psicológicas associadas.
quarta-feira, 8 de julho de 2009
terça-feira, 7 de julho de 2009
Infertilidade Idiopática
Por infertilidade idiopática entende-se aquela que apesar da mulher e o homem apresentarem todas as capacidades biológicas para engravidarem, não o conseguem.
Na revisão bibliográfica que tenho realizado, tenho encontrado questões curiosissímas. Uma delas é que a maioria dos casais que se encontram nesta situação, depois de adoptarem uma criança conseguem, passados alguns meses, engravidar. Alguns autores referem o desaparecimento da "necessidade de ter um filho" como a grande chave para o "milagre da concepção" nestes casais, no entanto, eu proponho ir um bocadinho além desta explicação e por isso realizei 3 tipos de entrevista. Uma para mulheres com o diagnóstico, outra para mulheres que ja apresentaram o diagnóstico mas superaram-no, e outra para mulheres que nunca apresentaram problemas em engravidar. São estas três entrevistas que me vão dar informação acerca deste "algo mais" que a minha prática clínica me diz que existe, mas que ainda nao tenho provas para corroborar. Se se encontrar nesta situação quiser participar no estudo por favor contacte-me fernandes.claudiamendes@gmail.com. Saudações!!!
Cláudia Fernandes
Na revisão bibliográfica que tenho realizado, tenho encontrado questões curiosissímas. Uma delas é que a maioria dos casais que se encontram nesta situação, depois de adoptarem uma criança conseguem, passados alguns meses, engravidar. Alguns autores referem o desaparecimento da "necessidade de ter um filho" como a grande chave para o "milagre da concepção" nestes casais, no entanto, eu proponho ir um bocadinho além desta explicação e por isso realizei 3 tipos de entrevista. Uma para mulheres com o diagnóstico, outra para mulheres que ja apresentaram o diagnóstico mas superaram-no, e outra para mulheres que nunca apresentaram problemas em engravidar. São estas três entrevistas que me vão dar informação acerca deste "algo mais" que a minha prática clínica me diz que existe, mas que ainda nao tenho provas para corroborar. Se se encontrar nesta situação quiser participar no estudo por favor contacte-me fernandes.claudiamendes@gmail.com. Saudações!!!
Cláudia Fernandes
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